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FJP lança e-book resultante das discussões do Seminário Internacional 30 anos da pesquisa Déficit Habitacional no Brasil

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FJP lança e-book resultante das discussões do Seminário Internacional 30 anos da pesquisa Déficit Habitacional no Brasil

Após divulgar a atualização do estudo para 2024, instituição publica obra com transcrição dos debates realizados no evento

A Fundação João Pinheiro publicou nesta terça-feira, 23/6, o e-book resultante das apresentações, realizadas no evento Seminário Internacional 30 anos da pesquisa Déficit Habitacional no Brasil, ocorrido em Belo Horizonte, em novembro de 2025. Organizada pelos pesquisadores Lívia Assis, Frederico Poley e Gabriel Lacerda, a obra apresenta a transcrição dos debates entre acadêmicos e técnicos da área de habitação realizados nos dois dias de evento.

O e-book tem a proposta de contribuir para uma reflexão mais profunda sobre moradia considerando não apenas os aspectos físicos dos domicílios, mas também o cenário social e demográfico, além de levantar a necessidade do desenvolvimento de novas pesquisas sobre a influência dos processos urbanos para a conformação das agendas de políticas habitacionais.

As discussões que marcaram as três décadas da pesquisa reuniram estudiosos da ONU-Habitat, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR), do Centro de Estudos das Metrópoles (CEM), da Universidade de São Paulo (USP), da University of California (UCLA) e do Institute for Housing and Urban Development Studies (IHS) da Erasmus University Rotterdam, entre outras organizações.

Atualização – No último dia 10/6, a Fundação João Pinheiro divulgou os dados atualizados do Déficit Habitacional e da Inadequação de Domicílios para o ano de 2024. De forma geral, a série histórica calculada pela FJP mostra uma redução do déficit,  de 7,6% em 2023 para 7,4% em 2024. Em termos absolutos, a região Sudeste continuou apresentando os maiores valores, e em termos relativos, a região Norte apresentou o maior percentual (11,1%). Em 2024, assim como os anos anteriores, o componente Ônus com aluguel urbano permaneceu sendo o principal fator do déficit.

Em 2024 havia, aproximadamente, 28 milhões de moradias com algum tipo de inadequação, principalmente em relação à infraestrutura urbana – que, novamente, seguiu sendo o componente com maiores valores absolutos e relativos. 

Os relatórios, painéis interativos e estimativas dos dados de 2024 estão disponíveis no site da FJP e um episódio do programa FJP Explica sobre o tema também já está no ar no YouTube.

Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação

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