Destaques
MERCADO DE TRABALHO
+ 7 mil postos criados
Minas Gerais
Janeiro/2026
DÉFICIT HABITACIONAL
5.977.317 domicílios
Brasil -2023
-3,8%
COMÉRCIO INTERNACIONAL
+ U$5,7 bilhões
Minas Gerais
Janeiro a março 2026
COMÉRCIO INTERESTADUAL
R$ 1,2 trilhão
+7%
Minas Gerais - 2024
PIB MG
R$1,157 trilhão
+1,4%
Minas Gerais, 2025
PROJEÇÕES POPULACIONAIS MG
21,9 milhões (2037)
21,7 milhões (2047)
PIB DO AGRONEGÓCIO
R$235,0 bilhões
Minas Gerais - 2024
Agenda
Notícias
Concurso Público
Inscrições abertas para o concurso público da Fundação João Pinheiro
Ao todo, são 26 vagas para cargos de níveis médio e superior com salários de até R$9,6 mil
A Fundação João Pinheiro (FJP), por intermédio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag MG), abriu nesta quarta-feira, 1/4, o período de inscrições para o concurso público da instituição (edital nº 01/2026). Ao todo, são oferecidas 26 vagas imediatas destinadas a cargos de nível médio e superior. As inscrições custam R$22 (nível doutorado) e R$21 (níveis mestrado, pós-graduação e ensino médio) e podem ser realizadas até 25/4/2026 neste link.
Com o objetivo de fortalecer o quadro técnico da FJP, o concurso público contempla os cargos de Pesquisador em Ciências Aplicadas e Políticas Públicas, Gestor em Atividades de Pesquisa e Ensino e Técnico em Atividades de Pesquisa e Ensino, com vagas para atuação em Belo Horizonte (MG), distribuídas conforme as especialidades previstas no edital. O documento prevê, também, reserva de 10% do total de vagas oferecidas para cada cargo para pessoas com deficiência.
O processo seletivo será composto por provas objetiva e discursiva, além de etapas específicas, de acordo com o cargo pretendido. A realização das provas está prevista para o dia 24/5/2026, em Belo Horizonte, seguindo o cronograma oficial disponível no Anexo I do edital.
A remuneração inicial varia conforme o cargo e o nível de escolaridade, podendo alcançar, aproximadamente, R$9,6 mil, além dos benefícios previstos na legislação estadual. A jornada de trabalho e o regime jurídico obedecerão às normas aplicáveis aos servidores públicos do Estado de Minas Gerais.
A FJP recomenda que os candidatos leiam atentamente o documento antes de efetuar a inscrição para conhecer todos os requisitos, atribuições dos cargos e prazos do concurso. Eventuais dúvidas deverão ser encaminhadas para contato@legalleconcursos.com.br.
Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação
Mercado de Trabalho
Observatório do Trabalho publica boletim sobre autonomia econômica das mulheres de Minas Gerais
Edição especial analisa como raça/cor interfere nas oportunidades sociais
Belo Horizonte, 1/4/2026 – O Observatório do Trabalho de Minas Gerais, com a colaboração de pesquisadores da Fundação João Pinheiro (FJP) e de técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedese MG), publicou esta semana o Boletim do Mercado de Trabalho Mineiro – Especial Autonomia econômica das Mulheres. O estudo reúne informações sobre a inserção na força de trabalho, motivos de inatividade, situação de estudo e trabalho, condição de renda por faixa etária, posição no domicílio, local de residência e arranjo domiciliar, permitindo estabelecer um diagnóstico consistente sobre a autonomia econômica da população de 18 a 65 anos em Minas Gerais, com ênfase nas desigualdades de gênero e raça.
De acordo com a pesquisa, mulheres jovens, independente da cor ou raça, apresentam uma probabilidade superior à dos homens de estarem sem exercer atividade ocupacional remunerada ou em busca de trabalho: 30,9% entre mulheres brancas e 32,0% entre mulheres negras encontram-se fora da força de trabalho, enquanto os percentuais masculinos são expressivamente menores: 17,0% dos brancos e 13,6% dos negros.
Ser mulher e ser negra, aponta o estudo, opera como fator agravante de exclusão produtiva, possivelmente devido à sobrecarga de trabalho doméstico e de cuidado não remunerado, associada a barreiras estruturais como menor acesso a qualificação profissional, redes de contato e oportunidades de emprego formal.
Números – No 4º trimestre de 2025, homens brancos tinham a menor taxa de desocupação (3,5%), seguidos pelos homens negros (4,6%). No mesmo período, mulheres brancas registraram um percentual superior (5,5%), enquanto as negras atingiram o maior índice de desocupação entre todos os grupos analisados (9,9%). Entre as mulheres de 18 a 29 anos, o principal motivo declarado para não procurarem trabalho foi “cuidar dos afazeres domésticos, filhos ou outros parentes”, somando 27,4% entre brancas e 50,8% entre negras, enquanto o motivo “estar estudando” era majoritário entre homens (63,0%) e mulheres brancas (46,0%), mas correspondia a apenas 20,9% entre mulheres negras e 35,1% entre homens negros.
Na situação combinada de trabalho e estudo, a proporção daqueles que “só trabalham ou procuram emprego” entre homens brancos alcançava 67,0%; entre homens negros, 76,2%. Já entre as mulheres, os percentuais eram significativamente menores: 50,0% para as brancas e 55,1% para as negras.
Na categoria “não trabalha, não estuda, não procura emprego”, as diferenças de gênero e raça também eram expressivas: enquanto 6,3% dos homens brancos e 9,1% dos homens negros encontram-se nessa condição, os percentuais entre as mulheres eram de 17,1% entre as brancas e alcançavam 24,9% entre as negras. Isso significa que uma em cada quatro jovens negras mineiras não trabalha, não estuda e não procura emprego. O cruzamento desses dados, porém, com aqueles que mostram que 50,8% das mulheres negras fora da força de trabalho dedicam-se a cuidar dos afazeres domésticos, filhos ou parentes, evidencia que, para essas jovens, essa condição não decorre de ociosidade ou desinteresse, mas sim da invisibilização do trabalho de cuidado não remunerado como atividade economicamente relevante.
No recorte de pessoas de 18 a 65 anos por condição de renda do trabalho e estudo segundo sexo e cor/raça em Minas Gerais, 77,0% dos homens brancos e 77,2% dos homens negros estavam na categoria “com renda e não estuda”, enquanto, entre as mulheres, esse percentual era de 56,6% entre as brancas e 55,0% entre as negras. Nessa mesma faixa etária, as diferenças de gênero e raça também eram profundas na categoria “sem renda e não estuda”. Enquanto 13,5% dos homens brancos e 16,8% dos homens negros encontravam-se nessa condição, os percentuais subiam para 31,8% entre as mulheres brancas e para 36,1% entre as mulheres negras. Isso significa que mais de uma em cada três mulheres negras adultas em Minas Gerais não possui renda própria e tampouco está estudando.
Acesse o Boletim e saiba mais.
Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação
Economia
PIB de Minas Gerais atinge R$1,157 trilhão em 2025
Crescimento real de 1,4% foi puxado pelo desempenho da agropecuária, da indústria extrativa mineral e dos serviços
Belo Horizonte, 17/3/2026 – Minas Gerais encerrou 2025 com o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$1,157 trilhão, alcançando um crescimento real de 1,4% em relação a 2024. Os resultados positivos da agropecuária, das indústrias extrativas e de transformação, do comércio e transportes, dos outros serviços e da administração pública contribuíram para o desempenho da economia, compensando a retração na atividade de energia e saneamento e na indústria da construção registrada ao longo do ano.
As informações foram divulgadas na manhã desta terça-feira, 17 de março, pela Fundação João Pinheiro e estão disponíveis em um informativo e em uma base de dados no site da instituição. Para uma análise mais aprofundada, os pesquisadores Raimundo Leal e Thiago Almeida participaram do programa FJP Explica, já publicado no canal da FJP no YouTube.
Setores – Em 2025, a agropecuária registrou expansão real de 3,2%, com valor adicionado bruto (VAB) estimado em R$98,2 bilhões. Mesmo com a retração de 7,6% na comparação do quarto trimestre de 2025 com o mesmo trimestre de 2024 e de 10,3% comparando com o terceiro trimestre de 2025, o desempenho do setor ao longo do ano ainda foi positivo em termos de índice de volume, pois apesar das colheitas anuais menores das safras de café, feijão e cana-de-açúcar, foi compensado pela produção mais elevada de soja, milho, batata-inglesa, leite, abate de suínos, ovos e insumos para a fabricação de papel e celulose e para metalurgia.
Já o valor adicionado bruto (VAB) das atividades industriais foi estimado em R$278,1 bilhões em 2025. Com estabilidade no primeiro semestre, retração no terceiro trimestre e recuperação robusta no último trimestre de 2025 as indústrias extrativas aumentaram o volume de valor adicionado em 3,1% em 2025 em relação ao ano anterior. Na comparação do quarto trimestre de 2025 com o mesmo período de 2024, o crescimento em termos reais do setor foi de 17,2%, principalmente por conta da expressiva expansão na extração de minério de ferro.
Nas indústrias de transformação, houve crescimento de 0,6% no volume de valor adicionado em 2025 na comparação com 2024, com forte crescimento na fabricação de papel e celulose e aumento na produção física de máquinas e equipamentos e de veículos automotores, além de uma contribuição positiva e decisiva da indústria metalúrgica e alimentícia para o resultado agregado.
Nas atividades de geração e distribuição de eletricidade, gás, água e saneamento houve uma ligeira queda no consumo de eletricidade e variação positiva no volume de água produzida em 2025. No entanto, houve redução relevante ao longo do ano na geração de energia nos modais hidroelétrico e térmico, apesar do aumento na geração de energia fotovoltaica. Já o setor de construção registrou variação negativa (-2,2%), com contração nos segmentos de obras, infraestrutura e edificações.
O setor de serviços, responsável por, aproximadamente, dois terços da economia do estado, fechou 2025 com crescimento real de 1,6% em relação a 2024, registrando um valor adicionado bruto (VAB) estimado em R$635,6 bilhões.
No comércio, a geração de valor adicionado real teve crescimento de 1,7% em 2025 comparativamente ao ano anterior, com destaque para o aumento no volume de vendas ocorrido no segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos. Nessa mesma base de comparação, os serviços de transporte no estado apresentaram expansão no volume de valor agregado de 2,3% e a administração pública cresceu 0,5% no período.
Os demais serviços da economia mineira (outros serviços) apresentaram incremento de 2,1% em 2025, com destaque para o desempenho positivo das atividades imobiliárias e dos serviços financeiros, de informação e comunicação, que compensaram a performance negativa das atividades turísticas e dos serviços de alojamento e alimentação no período.
Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação
Gestão Pública
Debate sobre modernização do Estado e reforma administrativa reúne especialistas de todo o país na Fundação João Pinheiro
Evento contou com as presenças do secretário para Transformação do Estado do MGI e do secretário-geral do Estado no Governo de Minas Gerais
O Movimento Pessoas à Frente e a Comissão de Avaliação Externa da Reforma Administrativa, em parceria com a Fundação João Pinheiro, realizaram nesta quarta-feira, 11/3, a 3ª edição do Ciclo de Debates: Modernização do Estado e Reforma Administrativa. Durante o evento, Francisco Gaetani, secretário extraordinário para a Transformação do Estado no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), concedeu a palestra magna “Caminhos para um melhor desempenho do Estado brasileiro”.
Gaetani citou o exemplo de Minas Gerais como um case de sucesso, tendo “uma das melhores burocracias estaduais do Brasil“, e apontou soluções de como o país pode otimizar o seu desempenho, especialmente a partir da gestão de pessoas. “Tem um conceito que eu gosto muito, que é ‘building blocks, aproximações sucessivas e consistência crescente’, que está diretamente relacionado à performance do governo. Acredito que esse é o caminho para que tenhamos formas para solucionar desafios com a complexidade que o sistema público de um país do tamanho do Brasil demanda”.
Marcel Dornas Beghini, secretário-geral do Estado no Governo de Minas Gerais, também participou do evento e compartilhou sua visão sobre o setor público e seus desafios. “Ao mesmo tempo em que existe uma qualidade técnica muito grande nas pessoas que trabalham no setor público, há dicotomias que precisam ser enfrentadas. A questão dos supersalários, por exemplo, é uma delas, pois enquanto uma minoria recebe vencimentos acima do teto constitucional, a maioria dos servidores ganham salários muito mais baixos”.
Na abertura do evento, Lucas Porto, gerente de Advocacy do Movimento Pessoas à Frente, destacou a importância de realizar um debate dessa magnitude na Fundação João Pinheiro. “Ter a possibilidade de avançar no diálogo sobre modernização do Estado e Reforma Administrativa em uma discussão na Fundação João Pinheiro é muito simbólico. Precisamos de pessoas ainda mais preparadas para dar conta das mudanças da sociedade às quais o Estado precisa se adaptar, e isso torna uma reforma uma pauta necessária.”.
Luciana Lopes, presidente da FJP, também discursou no início do evento e frisou a importância de fazer esse debate sobre gestão pública, sobretudo em relação às pessoas. “O Estado tem uma multiplicidade de pessoas que têm uma importância muito grande para prestar serviços de qualidade à população. Por isso, se estamos falando de reforma administrativa, falar da gestão de pessoas é essencial”.
O evento contou, ainda, com as participações dos professores Flávia Donadelli (FGV-RJ) Cibele Franzese (FGV-SP), Gustavo Tavares (Insper), Haroldo Rocha (Movimento Profissão Docente) e Mônica Bernardi (Fundação João Pinheiro).
Mais informações
Analítica Comunicação – assessoria de imprensa do Movimento Pessoas à Frente
Julia Rezende – julia.rezende@analitica.inf.br – cel. 11 99684-5604
Carlos Moura – carlos.moura@analitica.inf.br – cel. 11 98243-9332
Fundação João Pinheiro
Olívia Bittencourt – olivia.bittencourt@fjp.mg.gov.br – cel. 31 99791-5595
Economia
Fundação João Pinheiro publica estudo sobre setor farmacêutico de Minas Gerais
Análise abrange desempenho no período 2014-2023. Com participação crescente, estado é o segundo maior produtor nacional
Em 2023, Minas Gerais registrou um avanço do setor farmoquímica e farmacêutica. A Receita Líquida de Vendas (RLV) do setor, de R$4,2 bilhões, em média, no triênio 2014-2016, mais que dobrou no triênio 2021-2023, passando para R$8,7 bilhões, com participação avançando de 5,9% para 9,1%. No período, o valor de transformação industrial (VTI), que indica a capacidade de agregar valor, inverteu a trajetória de queda entre 2014 e 2016 (R$2,4 bilhões e participação de 5,5% no total nacional), com crescimento para R$4,4 bilhões em valor e participação de 9,1% VTI nacional. Com isto, o estado passou a ocupar a segunda posição no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo.
As informações são parte de um informativo publicado pela Fundação João Pinheiro nesta sexta-feira, 6/3, e são detalhadas no programa FJP Explica, disponível no canal da instituição no YouTube. A análise, que abrangeu o período 2014-2023, teve como base dados da Pesquisa Industrial Anual (PIA/IBGE), da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e emprego (Rais/MTE), do comércio interestadual (Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG) e do comércio internacional (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio/Mdic).
Com o objetivo de indicar parâmetros para a elaboração de políticas de promoção da competitividade, da produtividade e da sustentabilidade do setor, o estudo mostra que Minas Gerais detinha 12,2% das unidades industriais do setor no país em 2023, com variação de 3p.p. em relação a 2014. No mesmo ano, o estado empregou 12.781 pessoas, o que representa 10,5% do total nacional de ocupações na área.
A análise por porte de estabelecimento mostra que as microempresas, que correspondiam a quase 60% das unidades industriais, com 3,4% dos ocupados em 2014, passaram a representar 36,8% das unidades, com 1,2% dos empregados. As empresas de pequeno porte passaram de 20,2% para 35,6% das UI e de 8,1% para 12,8% dos ocupados, enquanto as de médio porte expandiram a representação de 16,2% para 20,7%, mas reduziram o percentual de empregados, de 47,9% para 36,2%. Já as grandes empresas cresceram em relação ao total de UI, de 4% para 6,9% e, em termos de ocupação, de 40,6% para 49,8%.
No comércio interestadual desses produtos, houve crescimento tanto nas exportações quanto nas importações, o que resultou em acréscimos sucessivos do saldo com inversão de deficitário para superavitário a partir de 2021. Já no comércio internacional, as exportações mineiras apresentaram decréscimos sucessivos entre 2014 e 2021, com exceção de 2017. As importações tiveram aumentos progressivos, especialmente em 2019 e 2020.
Entre 2014 e 2015, a composição das exportações de Minas Gerais teve como principais itens os “medicamentos com outros hormônios polipeptídicos” (que incluem substâncias com ação metabólica para regulação do peso corporal) e os “medicamentos que contenham insulina”, que passaram a predominar a partir de então. Nas importações, o item “vacina contra a meningite” predominou entre 2014 e 2020.
Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação
Economia
Balança comercial de Minas Gerais registra superávit de US$3,7 bilhões nos dois primeiros meses de 2026
Estado foi o segundo maior exportador brasileiro em fevereiro, com participação de 12,6% no comércio internacional do país. FJP publicou dados em painel interativo.
Em janeiro e fevereiro de 2026, as exportações de Minas Gerais totalizaram US$6,6 bilhões e as importações somaram US$2,9, resultando em um superávit de US$3,7 bilhões. No segundo mês do ano, as exportações mineiras cresceram 7,8% e as importações 1,1% em relação ao mesmo período de 2025. No topo da lista de municípios exportadores, Varginha, Araxá, Paracatu, Nova Lima, Ouro Preto e São Gonçalo do Rio Abaixo foram responsáveis por US$1,2 bilhão das vendas para outros países.
Os dados atualizados do comércio internacional de Minas Gerais e de seus municípios, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic), já estão disponíveis em um painel interativo no site da Fundação João Pinheiro (FJP).
Municípios – Varginha foi o principal município exportador de Minas Gerais em fevereiro de 2026 (US$269,7 milhões), com vendas concentradas em café para Alemanha, Itália e Estados Unidos. Araxá (US$250,8 milhões), que ocupou a segunda posição, exportou ferro-nióbio, principalmente para a China; Paracatu (US$240,4 milhões), na terceira posição, exportou ouro para o Canadá e Suíça. Nova Lima (US$182,4 milhões), Ouro Preto (US$125,0 milhões) e São Gonçalo do Rio Abaixo (US$116,1 milhões) exportaram principalmente minério de ferro para a China.
Estado – Segundo maior exportador brasileiro em fevereiro de 2026, Minas Gerais teve participação de 12,6% no comércio internacional do país, atrás apenas de São Paulo (17,7%). No Brasil, o superávit no mês foi de US$4,2 bilhões, com avanço de 15,6% nas exportações e recuo de 4,8% nas importações em relação a fevereiro de 2025.
No acumulado do ano, o valor exportado de minério de ferro avançou 5%, apesar da retração de 3,8% em volume em relação ao mesmo período de 2025. O café, por outro lado, apresentou decréscimo de 8,2% do valor exportado e de 27,9% do volume vendido. Em conjunto, a participação desses produtos representou mais de 50% da pauta mineira, sendo 28,8% do café e de 24,1% do minério de ferro.
Os principais destinos das exportações de Minas Gerais em fevereiro foram a China, cuja participação no valor total foi de 30,8%, e os Estados Unidos, com participação de 9,3%.
Nas importações, a queda de 0,9% foi resultado principalmente da retração das compras de máquinas e equipamentos elétricos (-14,1%); veículos automóveis (-14,3%); e produtos químicos orgânicos (-38,3%). Em contrapartida, as compras de máquinas e equipamentos mecânicos registraram crescimento de 4,6% e de produtos farmacêuticos, 77,3%. Esses foram os principais produtos importados e, juntos, corresponderam a cerca de 50% da pauta. China e Estados Unidos foram, também, as principais origens das importações, com participação de 22,1% e 17,5%, respectivamente.
Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação
Gestão Pública
Especialistas em gestão pública debatem a reforma administrativa em Belo Horizonte
3ª edição do Ciclo de Debates: Modernização do Estado e Reforma Administrativa é promovida pelo Movimento Pessoas à Frente, em parceria com a Fundação João Pinheiro
Credenciamento de Imprensa – Jornalistas interessados em acompanhar o evento presencialmente devem enviar nome, CPF, veículo e telefone para os e-mails: carlos.moura@analitica.inf.br, julia.rezende@analitica.inf.br e olivia.bittencourt@fjp.mg.gov.br
Belo Horizonte (MG), 4/3/2026 – O Movimento Pessoas à Frente e a Comissão de Avaliação Externa da Reforma Administrativa, em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP), realizarão, na próxima quarta-feira, 11/3, das 9h às 12h30, a 3ª edição do Ciclo de Debates: Modernização do Estado e Reforma Administrativa.
O evento contará com a participação de representantes do Governo Federal e especialistas em gestão pública, que irão debater os caminhos para a modernização do Estado, com foco na Reforma Administrativa, atualmente em tramitação no Congresso Nacional. Durante o evento, Chico Gaetani, secretário extraordinário para a Transformação do Estado no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), concederá a palestra magna Caminhos para um melhor desempenho do Estado brasileiro.
Além disso, será realizado o painel de debates com o tema Gestão de Desempenho e Lideranças – estratégias para um Estado mais efetivo. O painel contará com as participações de Cibele Franzese, professora da FGV-SP, Flávia Donadelli, professora da FGV-RJ, Gustavo Tavares, professor do Insper, Haroldo Rocha, diretor-executivo do Movimento Profissão Docente, e Mônica Bernardi, vice-presidente da FJP.
O evento será presencial e aberto ao público, mediante inscrições prévias. O debate será realizado na Fundação João Pinheiro e haverá transmissão ao vivo pelo canal da instituição no YouTube.
O Ciclo de Debates: Modernização do Estado e Reforma Administrativa teve início em 2025, em São Paulo. A primeira edição do evento foi realizada em 24 de novembro, na FGV EAESP, e contou com a participação especial da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Em 25 de novembro, ocorreu a 2ª edição do ciclo de debates. O evento foi realizado na sede do Insper e teve a participação especial do deputado federal e coordenador do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa na Câmara, Pedro Paulo (PSD-RJ).
Serviço:
3ª edição do Ciclo de Debates: Modernização do Estado e Reforma Administrativa
Data: 11 de março | quarta-feira
Horário: A partir das 9h
Local: Fundação João Pinheiro – Auditório Hindemburgo Chateaubriand (Alameda das Acácias, 70 – São Luiz, Belo Horizonte – MG)
Inscrições para o evento presencial: disponíveis aqui.
Programação:
- 8h30 – Cadastramento e coffee break
- 9h – Abertura Institucional
o Movimento Pessoas à Frente e Fundação João Pinheiro
- 9h30 – Painel: Gestão de Desempenho e Lideranças – estratégias para um Estado mais efetivo
o Cibele Franzese, professora da FGV
o Flávia Donadelli, professora da FGV
o Gustavo Tavares, professor do Insper
o Haroldo Rocha, coordenador do Movimento Profissão Docente
o Mônica Bernardi, vice-presidente da Fundação João Pinheiro
- 11h – Palestra magna: Caminhos para um melhor desempenho do Estado brasileiro
o Chico Gaetani, secretário extraordinário para a Transformação do Estado no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)
Sobre o Movimento Pessoas à Frente
O Movimento Pessoas à Frente é uma organização da sociedade civil, plural, suprapartidária e independente, que elabora coletivamente diretrizes para uma gestão mais efetiva do Estado brasileiro. Com base em evidências, ajuda a construir e viabilizar propostas para aperfeiçoar políticas públicas de gestão de pessoas no setor público, com foco em lideranças. A rede de membros do Movimento Pessoas à Frente reúne especialistas, acadêmicos, parlamentares, integrantes dos poderes públicos federal e estadual, sindicatos e terceiro setor, que agregam à rede visões políticas, sociais e econômicas plurais.
Sobre a Fundação João Pinheiro
Referência nacional em seu campo de atuação, a Fundação João Pinheiro (FJP) é uma instituição de pesquisa e ensino vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais. Fonte de conhecimento e de informações para o desenvolvimento do estado e do país, a instituição é caracterizada pela inovação contínua na produção de estatísticas, na criação de indicadores econômicos, demográficos e sociais, entre outros, na avaliação de políticas públicas e no planejamento regional, municipal e organizacional.
Mais informações
Analítica Comunicação – assessoria de imprensa do Movimento Pessoas à Frente
Julia Rezende – julia.rezende@analitica.inf.br – cel. 11 99684-5604
Carlos Moura – carlos.moura@analitica.inf.br – cel. 11 98243-9332
Fundação João Pinheiro
Olívia Bittencourt – olivia.bittencourt@fjp.mg.gov.br – cel. 31 99791-5595
Números FJP
Graduação em administração Pública
4 vezes consecutivas o melhor do Brasil (Enad 2023)
Programas de capacitação
Programas de Formação Executiva
Extensão universitária
119 estudantes envolvidos
Pós-graduação em administração pública
Fique por dentro!
Cadastre-se na nossa newsletter e receba as novidades, pesquisas, eventos e conteúdos exclusivos da Fundação João Pinheiro diretamente no seu e-mail. Informações de qualidade, sempre ao seu alcance!
Nossos Parceiros