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Com US$ 1,9 bilhão em março, balança comercial de Minas Gerais registrou superávit de US$ 5,7 bilhões em 2026

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Com US$ 1,9 bilhão em março, balança comercial de Minas Gerais registrou superávit de US$ 5,7 bilhões em 2026

Varginha, Nova Lima, Paracatu, Araxá, Betim e Guaxupé foram destaque no comércio internacional do estado. Dados atualizados estão disponíveis em painel interativo no site da FJP.

Belo Horizonte, 7/4/2026 – Com saldo de US$ 1,9 bilhão registrado em março, a balança comercial de Minas Gerais registrou um superávit de US$ 5,7 bilhões no acumulado em 2026. O valor é resultado de exportações de US$ 10,2 bilhões e de importações da ordem de US$ 4,5 bilhões nos três primeiros meses do ano. No topo da lista de municípios exportadores, Varginha, Nova Lima, Paracatu, Araxá, Betim e Guaxupé foram responsáveis por US$ 1,2 bilhão das vendas para outros países.

Os dados atualizados do comércio internacional de Minas Gerais e de seus municípios, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic), já estão disponíveis em dois painéis interativos no site da Fundação João Pinheiro (FJP).

Municípios – Varginha foi o principal município exportador de Minas Gerais em março de 2026 (US$ 261,4 milhões), com vendas concentradas em café para Alemanha, Itália e Estados Unidos. Guaxupé (US$ 124,2 milhões), na sexta colocação, também exportou café para esse grupo de países.  

Nova Lima (US$ 229,5 milhões), que ocupou a segunda posição, exportou ouro para o Reino Unido e minério de ferro para a China; Paracatu (US$ 217,3 milhões), na terceira posição, exportou ouro para o Canadá e Suíça; Araxá (US$ 213,7 milhões) vendeu ferro-nióbio principalmente para China e Estados Unidos; e, na quinta posição, Betim (US$ 148,6 milhões) exportou veículos automóveis principalmente para Argentina e México.

Estado – Na comparação com março de 2025, as exportações mineiras recuaram 13,5% e as importações avançaram 14,1%. Ainda assim, Minas Gerais foi o terceiro maior exportador brasileiro em março de 2026, com participação de 11,1% no comércio internacional do país, atrás apenas de São Paulo (19,6%) e do Rio de Janeiro (14,2%). No Brasil, o superávit no mês foi de US$ 6,4 bilhões, com avanço de 10% nas exportações e 20% nas importações em relação a março de 2025.

No acumulado do ano, as exportações de minério de ferro recuaram 1,8% em valor e 7,2% em volume. O café apresentou decréscimo de 18,1% do valor exportado e de 31,3% do volume vendido. Em conjunto, a participação desses produtos representou cerca de 50% da pauta mineira, com participação de 26,3% do minério de ferro e de 23,1% do café.

Os principais destinos das exportações de Minas Gerais no período foram a China, cuja participação no valor total foi de 31,5%, e os Estados Unidos, com participação de 9,6%.

Nas importações, o avanço de 4,0% do valor importado foi resultado principalmente do crescimento das compras de máquinas e equipamentos mecânicos (+3,1%); veículos automóveis (+11,4%); produtos farmacêuticos (+55,2%); e combustíveis minerais (+2%). Em contrapartida, as compras de máquinas e equipamentos elétricos recuaram 13%.

Fundação João Pinheiro | Assessoria de Comunicação

www.fjp.mg.gov.br | comunicacao@fjp.mg.gov.br

 

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