A escassez hídrica se tornou um fenômeno recorrente na região sudeste do Brasil, com prolongados períodos secos e maior variabilidade pluviométrica frequentemente associados a mudanças, em sua maioria antropogênicas, em padrões climáticos em nível regional e global (ABREU; TETT; SCHURER; ROCHA, 2019; MARENGO, 2014; SILVA, 2018; ZILLI; CARVALHO; LIEBMANN; DIAS, 2017). Além dos efeitos nocivos ao meio ambiente, como a perda de biodiversidade e profundos impactos sociais entre as consequências econômicas, incluem-se rupturas no abastecimento de água, redução da geração de energia hidroelétrica e quebras de safras. A menor capacidade tecnológica e financeira de mitigação e adaptação a esses fenômenos em países em desenvolvimento os tornam especialmente vulneráveis a tais efeitos.

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