Neste trabalho estudamos a percepção e as concepções do artista popular, seu modus vivendi, sua produção artística e sua inserção na sociedade de consumo, visando registrar e enriquecer as pesquisas sobre a arte popular em Belo Horizonte, da fundação da cidade até os dias atuais. Abordar um século de manifestações da arte popular na capital mineira é um desafio, pois, além dessa longa duração, resistente a mudanças apesar das inúmeras gerações, temos ainda o tempo curto, responsável pelo dinamismo e pelas mudanças no ritmo social.¹ Ao estudioso cabe, portanto, estabelecer as estruturas básicas, quase imunes às transformações, e apontar os acontecimentos que motivaram as alterações na relação autor-obra-consumo.

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