Que a crise que assolou o país nos anos de 2015/2016 afetou a ricos e pobres, não é novidade para nós. Porém, enquanto os brasileiros mais abastados já conseguiram virar a página das vacas magras, os mais pobres ainda não. É o que mostra a reportagem publicada neste mês no jornal “El País”, que traz um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas que revela que, depois da tempestade, os 10% mais ricos já acumulam um aumento de 3,3% de renda do trabalho, ou seja, além de superar as perdas, já ganham mais que antes da recessão. Enquanto isso, os brasileiros mais vulneráveis amargam uma queda de mais de 20% da renda acumulada. Se somarmos os últimos sete anos, a renda do estrato mais rico aumentou 8,5% e a dos mais pobres caiu 14%.

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