Minas de Números: Políticas Públicas de Estatística em Minas Gerais – Perspectivas Históricas e Catálogo de Fontes 1890 – 2002

Minas de Números: Políticas Públicas de Estatística em Minas Gerais – Perspectivas Históricas e Catálogo de Fontes 1890 – 2002 Autoras: Maria do Carmo Alvarenga…

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Viagens através da América do Sul

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A obra relata a viagem desde Hamburgo ao Rio de Janeiro e daí a Ouro Preto, Conceição do Mato Dentro, Serro, Diamantina, até a recém-fundada Nova Filadélfia (hoje Teófilo Otoni). Com avaliação detalhada da situação das colônias de imigrantes suíços e alemães, faz-se uma profunda análise do quadro político, social e econômico do Brasil em meados do século XIX, e são descritos aspectos de interesse da história natural, como a zoologia, a botânica, a geologia e a mineralogia. A publicação representa importante fonte para pesquisadores de diversas disciplinas.

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Ernst Hasenclever e sua viagem às províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais

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A obra é constituída, em sua essência, pelos relatos, desenhos e mapas elaborados pelo comerciante alemão Ernest Hasenclever durante o percurso de sua viagem da Corte do Rio de Janeiro a Minas Gerais, realizada em 1839. Além dos estudos críticos que destacam a sua relevância para o conhecimento histórico, sobretudo, a respeito das minas de ouro inglesas existentes na província mineradora à época, ela traz também um conjunto de correspondências trocadas pelo autor com o cientista Peter Lund, e que foram descobertas e traduzidas do alemão para o português pelo especialista Friedrich Renger.

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Dicionário Geográfico, Histórico e Descritivo do Império do Brasil

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Parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Reeditado pela Coleção Mineiriana, o dicionário foi originalmente publicado em 1845, pelo militar francês Milliet de Saint-Adolphe. Uma das primeiras obras a ultrapassar o recorte provincial e oferecer uma descrição geral e circunstanciada de todo o Império brasileiro, fornece um panorama do estágio de desenvolvimento de cada província, cidade, vila e aldeia do país. No âmbito da geografia, traz o nome e a descrição dos rios, lagoas, serras e montes. O Dicionário foi acrescido de índices que facilitam a sua consulta e conta com dois estudos introdutórios: o primeiro, de autoria de Renato Pinto Venâncio, busca desvendar aspectos da vida nebulosa de Milliet de Saint-Adolphe e do processo de escrita e construção do dicionário; e o segundo, de Maria do Carmo Andrade Gomes, trata da documentação cartográfica que consta da obrac.

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A Força Pública Policial de Minas Gerais — 1831-1890

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Trata-se de obra de referência fundamental para a história da polícia militar em Minas Gerais e para o conhecimento social e político de Minas Gerais no século XIX. Espaços multifacetados, com diversas formas de pertencimento e ascensão, os corpos policiais constituem relevante objeto de investigação, principalmente pelas possibilidades que eram abertas à participação de homens livres de diferentes estratos – de membros da elite a negros libertos. Além de fornecer dados históricos sobre as organizações policiais desde o século XVIII, a obra disponibiliza farta documentação de caráter normativo e um registro iconográfico inédito dos uniformes e insígnias usados em diferentes épocas.

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Noções Geográficas e Administrativas da Província de Minas Gerais

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O livro foi publicado originalmente em 1863, por Henrique Gerber, engenheiro alemão a serviço do governo provincial. Trata-se de uma reedição requintada de uma obra rara e valiosa, com ensaio crítico do geólogo e pesquisador Friedrich Renger, ao qual se somou a contribuição do historiador Roberto Borges Martins. A edição é enriquecida por índices, documentos iconográficos e cartográficos, particularmente pela Carta da Província de Minas Gerais, também de autoria de Henrique Gerber e marco da fixação da representação cartográfica do estado.

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O Cabido da Sé de Mariana (1745-1820) — Documentos Básicos

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Co-edição com a Editora PUC Minas. Obra fundamental para o conhecimento da atuação da Igreja Católica em Minas Gerais no período colonial é composta pela transcrição de quatro manuscritos raros pertencentes ao Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana e ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa. Acompanhada de estudo introdutório, esta edição facilita o acesso a informações que não são de ampla consulta e promove o conhecimento de documentos de difícil legibilidade.

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Dicionário Bibliográfico Brasileiro — Edição Eletrônica

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Considerado no Brasil uma das mais valiosas obras de referência, constitui-se originalmente de sete volumes publicados entre 1883 e 1902. A presente edição, em versão eletrônica e suporte em cd, tornará disponíveis as informações sobre cerca de 4.600 autores de diversas áreas do conhecimento, que constituem o dicionário original, por meio de um ágil sistema de consulta.

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Memória Política de Minas Gerais — Raul Soares de Moura

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Coletânea de textos que traduzem o pensamento do importante político e intelectual mineiro Raul Soares de Moura, a partir de sua trajetória intelectual e política. Inclui desde seus primeiros trabalhos, produzidos ainda jovem, até a reprodução de textos relativamente desconhecidos, mas de enorme importância para o conhecimento de sua atuação como pensador e como político.

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Memória Política de Minas Gerais — Nelson Coelho de Sena

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Coletânea de textos que traduzem o pensamento do eminente político e intelectual mineiro. Nelson de Sena foi um deputado atuante que produziu uma variedade de discursos registrados em anais, fonte rica para a compreensão da memória política do Brasil e de Minas Gerais no período da Primeira República. Muitos desses discursos estão reproduzidos neste volume e são parte substancial das principais ideias políticas defendidas por Nelson de Sena.

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Memória Política de Minas Gerais — Milton Soares Campos

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Coletânea de textos que traduzem o pensamento do eminente político e intelectual mineiro Milton Soares Campos, sua atuação e influência nas instituições e na vida pública de seu tempo, permitindo o acesso a questões centrais da vida política da época. Traz ainda fontes primárias referentes à sua atuação na imprensa durante a década de 20 do século XX, seus discursos na campanha para o governo de Minas Gerais, após o restabelecimento do regime democrático em 1946, e material inédito de arquivo pessoal.

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Minas Gerais e a História Natural das Colônias: Política Colonial e Cultura Científica no Século XVIII

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Aborda a exploração da metrópole e das colônias, com destaque para as potencialidades naturais, e divide-se em duas partes. Na primeira é abordado “Os Jardineiros da Rainha – O Mundo Natural Ultramarino na Época da Rainha D. Maria I e do Príncipe D. João”. A segunda traz uma coletânea de fontes, onde são analisados o império colonial português e o mundo natural, o reino e os domínios ultramarinos, as viagens filosóficas, os naturalistas e as “produções naturais” e a história natural da capitania de Minas Gerais.

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A Língua Mina-Jeje no Brasil — Um Falar Africano em Ouro Preto no Século XVIII

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O livro é um raro documento línguístico baseado em vocabulário dos negros da Vila Rica do século XVIII, registrado pelo português Antônio da Costa Peixoto, natural de Entre-Douro e Minho, que se supõe ter ali vivido nas primeiras décadas daquele século. A publicação é uma relevante contribuição para o estudo das línguas africanas faladas no Brasil naquela época e lança luzes sobre a participação do povo mina-jeje na formação sociocultural de nosso estado.

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Descrição curiosa das principais produções, rios e animais do Brasil, principalmente da capitania de Minas Gerais

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O poema Descrição curiosa das principais produções, rios e animais do Brasil, principalmente da Capitania de Minas Gerais, do mineiro Joaquim José Lisboa, publicado pela Impressão Régia, de Lisboa, pela primeira vez em 1804 e pela segunda em 1806 inscreve-se no veio literário inaugurado nos primórdios do descobrimento, de larga e contínua fortuna durante a colonização, e em tempos posteriores: o do conhecimento e exaltação da terra, a que não falta o termo comparativo com a natureza e, por vezes, com a gente de Portugal. A pujança da natureza americana exercerá sobre o homem europeu um tal fascínio, que à descrição da terra e seus habitantes estarão sempre misturadas as expressões de perplexa admiração e encantamento. Este fascínio persistirá na obra de autores aqui nascidos e, desde a Carta, de Pero Vaz de Caminha, passando pela Prosopopéia, de Bento Teixeira, os Diálogos das Grandezas do Brasil, de Ambrósio Fernandes Brandão, a silva À Ilha da Maré, de Manuel Botelho de Oliveira, até os menos antigos, como o Compêndio Narrativo do Peregrino da América, de Nuno Marques Pereira, ou a História da América Portuguesa, de Sebastião da Rocha Pita (não ultrapassando aqui, por exaustiva, a longa lista posterior à primeira metade do século XVIII), a novidade ou a exuberância oferecidas pelo Novo Mundo impressionam fundamente visitantes e nativos, levando-os a manifestações de entusiasmo vibrante.

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Obras Várias de Virgil Von Helmreichen (1805-1852): Contribuições à Geologia do Brasil

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Coletânea das obras do geólogo e engenheiro de minas austríaco Virgil von Helmreichen, compiladas pela primeira vez em um volume único, em língua portuguesa, que tratam da mina do Gongo Soco, da existência de diamantes na Serra de Grão-Mogol e de relatórios de viagem.

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Jornal do Brasil — 1811-1817

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Primeira obra do autor sobre o Brasil, publicada ainda durante sua estada no país. Trata-se de um relato de viagem do barão Eschwege que, com notável realismo, traz a descrição da natureza e dos habitantes interioranos, informes geográficos e estatísticos, mapas, observações meteorológicas, descrição de plantas e mamíferos, observações sobre a capitania de São Paulo e a exploração e o comércio de ouro, diamantes etc. Apresenta, ainda, importantes contribuições de ilustres viajantes do século XIX, como Carl F. von Martius, dr. von Langesdorff, Francisco Alves do Prado, Ignaz von Olfers e o major-engenheiro Varnhagen.

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Erário Mineral

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Esta obra, uma das primeiras do gênero escrita em língua portuguesa, reúne 12 tratados sobre a medicina brasileira do século XVIII escritos pelo cirurgião português Luís Gomes Ferreira, que viveu em Minas Gerias de 1708 a 1733 e relatou sua prática médica no período. Acrescentam-se ao original textos de autores diversos a respeito da biografia do autor, aspectos da colonização, práticas médicas e medicamentos, entre outros aspectos.

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Lembranças de Uma Vida Feliz

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Obra que se insere em uma tradição de literatura de viagem, consolidada no século XIX. Reúne trechos do diário de viagem de Marianne North, na parte pertinente ao Brasil, sobretudo Minas Gerais, e apresenta 40 ilustrações e pinturas de North, adquiridas do Royal Botanic Garden de Londres, de flores e plantas da região.

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Códice Costa Matoso — Volume 1

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A notoriedade que alcançou entre estudiosos contemporâneos a coleção de papéis reunidos por um certo ouvidor de comarca na capitania de Minas Gerais no século XVIII é difícil de explicar. Afinal, pouco se conhece sobre a totalidade do conjunto documental desta coleção e menos ainda sobre a biografia de seu compilador ou a trajetória desse cimélio. Diante dessa estranha conjugação de fama e obscuridade que cerca o Códice Costa Matoso, torna-se necessário introduzir algumas palavras a título de contextualização.

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Códice Costa Matoso — Volume 2

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Complementando a edição modernizada do Códice Costa Matoso, este segundo volume constitui-se em importante instrumento orientador de sua leitura e corporifica o desejo de oferecer um texto de leitura imediata e acessível a especialistas, diletantes e principiantes no ofício de historiador. O pesquisador encontrará nas páginas que se seguem notícias biográficas, glossário, quadros de correspondência entre antigos e atuais topônimos e vice-versa, índices toponímico, antroponímico e de assuntos, os quais permitirão agilizar a busca de temas específicos e futuras pesquisas. Decorrência disso, o glossário e a indexação restringiram-se aos documentos formadores do Códice Costa Matoso, excluindo-se o estudo crítico e as notas introdutórias aos documentos.

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Efemérides Mineiras 1664-1897 — Índice Onomástico

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O Índice Onomástico não consta da edição original (1897), nem da reimpressão (1926) das Efemérides Mineiras, de José Pedro Xavier da Veiga. Ele foi criado especialmente para esta edição, por Maria do Carmo Salazar Martins, com o objetivo de oferecer ao leitor mais um instrumento de busca e de pesquisa nesse texto que, pelas características peculiares do seu gênero, apresenta razoáveis dificuldades de navegação e de recuperação de informações.

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Efemérides Mineiras 1664-1897 — Volumes 3 e 4

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Inicia-se na capitania a cobrança da capitação (vide 3O de junho de 1735), que subsiste até 31 de julho de 1751, quando é restabelecido o imposto do quinto do ouro. Nesse período de dezesseis anos rendeu a capitação 2.066 arrobas, 9 marcos, 3 onças e 4 oitavas de ouro (8.462$940 oitavas), que, à razão de 1$500 por oitava (valor no tempo), importaram em 12.694:410$000. Atualmente (câmbio de 8 dinheiros esterlinos por 1$000) produziría aquele acervo de ouro mais de cem mil contos de réis!

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Efemérides Mineiras 1664-1897 — Volumes 1 e 2

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Qualquer registro biográfico de José Pedro Xavier da Veiga que ignore sua herança e convivência familiar será, com certeza, insuficiente para informar os contornos de sua vocação, seu gosto pelas letras, sua noção da missão de um homem público. Mesmo não sendo propósito deste ensaio reconstituir a trajetória da família Veiga, julgou-se essencial apontar aqui o seu legado, relacionando os nomes e as principais atividades desenvolvidas pelos filhos de Francisco Luís Saturnino da Veiga e Francisca Xavier de Barros, avós paternos de Xavier da Veiga, bem como dos filhos de Lourenço Xavier da Veiga e Jesuína Sales Veiga, seus pais.

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Visitas pastorais de Dom Frei José da Santíssima Trindade (1821-1825)

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Quando chegou a Mariana para tomar posse do bispado, Dom Frei José da Santíssima Trindade já possuía um currículo bastante extenso e havia passado por variados caminhos. Seus dois principais biógrafos, Cônego Raimundo Trindade e Frei Venâncio Willeke,¹ reuniram os elementos que nos permitem traçar um breve perfil religioso do novo bispo.

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O Ouro em Minas Gerais

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A reedição do livro L'or à Minas Geraes de Paul Ferrand em tradução para o português acrescenta mais uma obra clássica sobre os recursos minerais e a história de sua exploração no estado à Coleção Mineiriana da Fundação João Pinheiro. É também uma homenagem aos 300 anos de Ouro Preto, onde a primeira missa foi celebrada em 24 de junho de 1698, pelo Pe. João de Faria Fiaiho, no lugar onde hoje localiza-se a capela de São João do Morro do Ouro Fino.

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Inventário dos Manuscritos Avulsos Relativos a Minas Gerais Existentes no Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa) — Volume 2 — Índices

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Agora, a Fundação João Pinheiro, por intermédio de seu Centro de Estudos Históricos e Culturais, vem contribuir para tornar acessível aos pesquisadores uma das últimas etapas desse processo, qual seja, a publicação do Inventário dos Manuscritos Avulsos Relativos a Minas Gerais Existentes no Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa), trabalho de vulto coordenado pelo professor Caio Boschi; acompanhado de índices — onomástico, antroponímico e de assuntos elaborados por equipe coordenada pela professora Júnia Ferreira Furtado.

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Inventário dos Manuscritos Avulsos Relativos a Minas Gerais Existentes no Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa) — Volume 1 — Índices

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Em 1989, deu-se início à organização e catalogação de cerca de 15 mil documentos avulsos relativos à Capitania das Minas Gerais, depositados no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa (AHU). O trabalho, de enorme envergadura e fôlego , envolveu várias equipes e fases, desde a identificação e datação dos documentos, passando pela organização e estabelecimento de sumários, até sua microfilmagem.

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Inventário dos Manuscritos Avulsos Relativos a Minas Gerais Existentes no Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa) — Volume 3 — Índices

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O Professor Caio César Boschi, com confiança e amizade, delegou-me a confecção desse índice, resultado final de tantos anos de seu trabalho de organização e catalogação da Documentação Avulsa de Minas Gerais no Arquivo Histórico Ultramarino.

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Hélio Gravatá — Resgate Bibliográfico de Minas Gerais

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Contribuição expressiva para bibliografia da história de Minas Gerais – 1711 a 1968. Esta obra relaciona livros, folhetos, artigos e periódicos, capítulos e trechos de autores nacionais e estrangeiros, desde o primeiro livro publicado sobre Minas Gerais, de André João Antonil, até livros publicados no ano de 1968, além da inclusão de alguns títulos inéditos que constavam do arquivo pessoal do autor, datando de até 1985, especialmente no que concerne ao tema “Revolução de 30”.

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Barroco Mineiro: Glossário de Arquitetura e Ornamentação — 3ª edição

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Este Glossário foi por nós organizado, em equipe com os arquitetos João Marcos Machado Gontijo e Reinaldo Guedes Machado, na sua versão preliminar, com a finalidade de servir de orientação para os levantamentos de vistoria e inventário de Bens Culturais procedidos, dentro do Programa de Recuperação de Cidades Históricas de Minas Gerais, pelos técnicos da Fundação João Pinheiro. Com a sua utilização, procurava-se dar maior homogeneidade às análises de descrições de edificações religiosas e civis, de modo a evitar, quanto possível, duplicidade ou imprecisões de terminologia.

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Belo Horizonte: Memória Histórica e Descritiva — História Média

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Promulgada pelo Congresso Mineiro, reunido em Barbacena, a 17 de dezembro de 1893, a lei que estabeleceu a mudança da capital para a cidade que se deveria edificar no arraial de Belo Horizonte, com o prazo improrrogável de 4 anos para a construção e mudanças referidas, foi a notícia repercutindo pelo Estado e País em fora, celeremente, alvissareiramente, consoante já historiamos no 1º volume desta obra, publicado em 1928.¹

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Explorando e Viajando Três Mil Milhas Através do Brasil: do Rio de Janeiro ao Maranhão — Volume 2

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23 de janeiro - Nesta manhã, nossas tropas unidas faziam um belo espetáculo enquanto desfilávamos para fora da cidade. Além de nós três, tínhamos nove homens, um menino, vinte e sete mulas e cavalos e três cães, Feroz, Carranca e Pequeno.

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Explorando e Viajando Três Mil Milhas Através do Brasil: do Rio de Janeiro ao Maranhão — Volume 1

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"Espigo, alemão-rana, com raro cabelim barba-de-milho e cara de barata descascada. O sol faiscava-lhe nos aros dos óculos mas, tirados os óculos, de grossas lentes, seus olhos se amaciavam num aguado azul, inocente e terno, que até por si semblava rir, aos poucos se acostumando com a forte luz daqueles altos. Enxacoco e desguisado nos usos, a tudo quanto enxergava dava um mesmo engraçado valor: fosse uma pedrinha, uma pedra, um cipó, uma terra de barranco, um passarinho atoa, uma moita de carrapicho, um ninhol de vespos." Assim Guimarães Rosa descreve o viajante estrangeiro que atravessa o sertão*, "pondo uma atenção aguda" no que vê e ouve, pegando "no lápis e na caderneta, para lançar, os assuntos diversos", "homem terrível para tudo enxergar".

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Geografia Histórica da Capitania de Minas Gerais: Descrição Geográfica, Topográfica, Histórica e Política da Capitania de Minas Gerais — Memória Histórica da Capitania de Minas Gerais

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O(s) escrito(s) cie José Joaquim da Rocha é (são) fonte(s) amplamente utilizada(s) pela historiografia referente ao período colonial brasileiro. Esse fato e o semi-anonimato em que permanece(m), ainda hoje, o envolvimento do autor como testemunha no processo da Inconfidência Mineira, seu contato muito próximo com Tiradentes, a obscuridade de sua biografia de há muito estavam a exigir uma atenção particular. Assim, a inclusão de José Joaquim da Rocha na Coleção Mineiriana - Série Clássicos, instituída pelo Centro de Estudos Históricos e Culturais da Fundação João Pinheiro, é uma importante contribuição prestada aos pesquisadores e estudiosos da história brasileira. Em termos mais específicos, aos interessados no campo demarcado pelos historiadores como de crise estrutural do sistema colonial, que é, simultaneamente, de esgotamento da economia mineradora e mudança do perfil econômico da região.

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Breve Descrição Geográfica, Física e Política da Capitania de Minas Gerais

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Para a transição do estudo de Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos foi escolhido o códice I-1-4, do acervo da Biblioteca Nacional, o qual pertenceu originalmente ao bispo auxiliar de Mariana, D. Silvério Gomes Pimenta¹, "sem contestação o melhor dos existentes" (GRAVATÁ, 1976, p. 10.)

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Discurso Histórico e Político Sobre a Sublevação que nas Minas Houve no Ano de 1720

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O discurso histórico e político sobre a sublevação que nas Minas houve no ano de 1720 é um texlo anônimo e se divide em duas partes principais. A primeira narra os episódios que envolveram o levante de Vila Rica e a subseqüente execução do português Filipe dos Santos; a segunda justifica a necessidade da execução, feita sem julgamento, e a fundamenta quase sempre nas ações e escritos de autores e personagens históricos do mundo antigo. O texto foi publicado duas vezes: entre 5 e 19 de fevereiro de 1898, no jornal Minas Gerais, órgão oficial do Estado; logo a seguir, pela Imprensa Oficial de Minas Gerais, contando com introdução e comentários do erudito José Pedro Xavier da Veiga, então diretor do Arquivo Público Mineiro. Tal edição é hoje muito rara. Apesar disso, o texto teve algum impacto sobre os estudiosos da história colonial no primeiro quartel do século. Na sua curta Advertência introdutória, Xavier da Veiga conta que o códice fora adquirido alguns anos antes (1895), em Lisboa, no leilão da biblioteca do Conde de Linhares, "graças à oportuna providência que deu para isso o Exmº Sr. Secretário do Estado do Interior, Dr. Henrique Augusto de Oliveira Diniz". Henrique Diniz era bom conhecedor de História, matéria que lecionou durante muitos anos no ginásio estadual de Barbacena, e isso deve tê-lo levado a perceber a importância do códice para o estudo da história antiga de Minas; por recomendação sua, David Campista arrematou "o importante e curioso manuscrito", que foi depositado no Arquivo Público Mineiro.¹

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Minas Gerais: Monumentos Históricos e Artísticos — Circuito do Diamante

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O estudo do barroco no Brasil não é, em registro datável, um fato cultural ou vetor intelectual recente, já que as primeiras manifestações em nível de pesquisa ou mesmo de incipientes análises estilísticas e críticas remontam a quase um século. Pode-se dizer que, após a hibernação a que a omissão do nervo sensível e o preconceito submeteram as criações do estilo, ou a ele ligadas, a um desinteresse generalizado, mas de certa forma compreensível, por todo o século XIX, pela grande expressão de nossa idade inaugural, ou seja, da pré-nacionalidade colonial, a tomada de consciência diante da importância, singular e remarcante do barroco se verificaria entre nós virtualmente de modo simultâneo à redescoberta e revisão das matrizes européias da superior e revolucionária arte dos anos seiscentos/setecentos. E cabe dizer desafeição e distanciamento compreensíveis até certo ponto na centúria oitocentista porque, ao espelho do que ocorria na órbita dos países padronizadores do pensamento crítico e das inclinações estéticas, também o Brasil acompanhava a tendência estabilizadora e amaciadora do gosto acadêmico do século XIX, cambiando a sua recepção artística aos tiques neoclássicos e românticos de um ecletismo diluidor do fácil e digestivo, do estoque e do papel de parede.

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