Indicadores de saneamento básico para o Território de Saneamento Rio Paranaíba

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Para efeito de elaboração do panorama do saneamento básico a partir do Pesb-MG, foi proposta a divisão do estado em sete territórios do saneamento (TS). Do ponto de vista territorial, a regionalização proposta é constituída de TS cujos limites foram norteados pelas bacias hidrográficas dos seguintes rios: Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Paranaíba, Doce, Grande e São Francisco, esta última tendo sido subdividida em duas – alto/médio e médio/baixo. Dessa maneira, além do intuito de contribuir com as discussões sobre o Pesb-MG e para reflexão sobre os serviços de saneamento no estado de Minas Gerais, as informações disponibilizadas neste informativo analisam o déficit dos serviços em relação às metas estabelecidas no Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e estão circunscritas ao território de saneamento Rio Paranaíba. Vale frisar que as informações e análises aqui dispostas estão em fase de construção pela equipe da Coordenação de Habitação e Saneamento, da Diretoria de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro.

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Certidão de Pertencimento Municipal

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Desde março de 2017, a Fundação João Pinheiro (FJP) passou a ser a responsável pela emissão de Certidão de Pertencimento Municipal (CPM), em sucessão ao extinto Instituto de Geociências Aplicadas (IGA), órgão que, por mais de 50 anos, foi o responsável pela demarcação das divisas municipais e distritais de Minas Gerais. Desde então, foram emitidas 1.710 CPM, com mais de 2000 estudos, contabilizados até outubro último, pela Coordenação de Informações Territoriais (CIT) da FJP. Trata-se de atividade de grande importância política e socioeconômica para o ordenamento territorial do estado. Cada imóvel ou empreendimento comercial com jurisdição certificada reflete na receita municipal e na regularização do empreendimento, uma vez que o aferimento de sua jurisdição irá definir a comarca onde será feito o registro do imóvel e para qual município será revertida a respectiva arrecadação.

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Região Geográfica Intermediária de Belo Horizonte sob a ótica do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS): uma análise exploratória (nº 17)

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O presente trabalho visa discutir alguns aspectos ligados à questão das condições de vida da população da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Belo Horizonte, por meio da ótica do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), da Fundação João Pinheiro (FJP), construído para o ano de 2018. A análise de aspectos não estritamente econômicos permite apontar em quais outras dimensões os municípios da região podem investir em melhorias, para aprimorar o desempenho da região como um todo, com ganhos para sua população. Ou alternativamente, prover esforços e investimentos para garantir a manutenção de seu bom desempenho. Como principais resultados, pode-se destacar que a região, embora apresente desempenho econômico superior à realidade estadual, quando analisada em termos de outras dimensões, como saúde e segurança pública, apresenta performance pior que aquele. Por outro lado, em outras dimensões como cultura e esporte; meio ambiente e saneamento; educação e vulnerabilidade, a região apresenta desempenho superior ao estado.

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Demanda, custos e impactos para o enfrentamento à extrema pobreza em Minas Gerais: exercícios a partir dos dados da PNAD COVID (nº 3)

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A Nota Técnica nº 1 deste Observatório discutiu a dinâmica da renda, da desigualdade e da pobreza, em Minas Gerais, de 2012 a 2019, a partir dos dados da PNAD Contínua. De maneira muito resumida, a Nota Técnica demonstrou que, do ponto do comportamento vista da pobreza e da extrema pobreza, podem se identificar muito claramente dois períodos. Até 2015, assiste-se a uma redução tanto de uma quanto de outra. A partir de 2016, tanto a pobreza como a extrema pobreza se elevam significativamente e se estabilizam em patamares muito altos, revertendo as conquistas do período anterior. No caso da pobreza, em 2019, há redução moderada de sua incidência; no caso da extrema pobreza, nem isto. Ademais, não apenas os grupos mais vulneráveis (negros, mulheres, jovens e menos escolarizados) são sobre-representados entre pobres e extremamente pobres; foram estes também os grupos mais afetados pelo aumento da pobreza e da extrema pobreza a partir de 2016 e os que menos se recuperaram desde então. Assim, a análise demonstrou que o desmonte do pacto social da Constituição de 1988, que o Brasil experimenta desde 2016, vem contribuindo para que sejam sistematicamente negados patamares mínimos de bem- -estar a uma parcela significativa dos cidadãos mineiros.

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A Dinâmica Demográfica de Minas Gerais em 2018: um retrato do estado no período pré-pandemia (nº 42)

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Em sua edição de número 42, apresenta estimativas para a dinâmica demográfica do Estado de Minas Gerais e suas Regiões Geográficas Intermediárias para o ano de 2018, enquanto média trienal do período 2017 a 2019. Todas as informações tiveram como base os resultados de registros disponibilizados, anualmente, pelo Datasus e podem ser considerados como os últimos dados obtidos sem a influência da pandemia da Coronavirus Disease (Covid-19). Esse seria um dos aspectos mais importantes da pesquisa tornando seus resultados referência para se dimensionar o real impacto demográfico da pandemia quando comparados a outros levantamentos sob a influência da pandemia e, principalmente, quando confrontados com as informações a serem obtidas com o próximo censo demográfico.

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Entre Bituca e Belchior: Canções pela unidade da América Latina

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Hoje vamos iniciar uma série de posts diferentes do que costumamos produzir no Observatório das Desigualdades. Periodicamente, vamos tentar trazer reflexões, discussões e, porque não, um pouco de esperança para os nossos debates sobre as desigualdades e seus enfrentamentos por meio de músicas que nos marcam. Ao construir esta primeira playlist ou mesmo trazer os trechos ao longo do texto, não temos a pretensão de sermos exaustivos sobre o tema, analisar a qualidade dos arranjos e composições, ou mesmo apontar elementos centrais sobre a vida dos artistas. Quando falamos de música, também estamos falando sobre nós – para além da forma como é tocada, sobre a forma como ela nos toca, é esse nosso objetivo por aqui. Então vem com a gente curtir um pouco desse som e sentir por aí o que essas músicas trazem.

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Emprego e Renda — CAGED: Setembro/2021

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Nesta edição, você confere a análise do mercado de trabalho com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) referentes ao mês de setembro de 2021. Informações mais detalhadas podem ser consultadas no Painel da Secretaria de Trabalho/Ministério da Economia e no Monitor do Mercado de Trabalho Mineiro.

Resumo dos resultados do mês

· O mercado de trabalho formal em Minas Gerais manteve trajetória ascendente com saldo positivo de 29.029 empregos em setembro de 2021. No acumulado do ano, o saldo líquido foi de 290.082 empregos, o que representou crescimento de 7,0% do estoque de empregos, variação ligeiramente superior à média do país (6,4%).
· Todos os setores tiveram resultado positivo no mês, principalmente o de serviços, que sofreu a maior contração em 2020, e a indústria.
· As mulheres, os trabalhadores mais velhos e os menos escolarizados tiveram os piores resultados.
· As Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Belo Horizonte, Divinópolis e Pouso Alegre apresentaram os melhores resultados em termos absolutos na geração de empregos em Minas Gerais.
· No acumulado do ano, o destaque ficou para as RGInts de Uberada, Pouso Alegre e Ipatinga

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Alternativas para a redução da letalidade policial

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As mortes decorrentes de intervenções policiais (MDIP) são, hoje, um dos principais problemas de segurança pública do Brasil. A importância dessa temática não se restringe ao elevado número de óbitos de cidadãos brasileiros, mas também representa o modo como essas perdas humanas expressam e perpetuam as desigualdades sociais brasileiras: a grande maioria das vítimas de violência policial são jovens, negros, pobres e moradores de periferias urbanas. Nesse contexto, este artigo busca não apenas apresentar o panorama geral da letalidade policial no país, mas também discutir políticas públicas que têm conseguido sucesso em seu enfrentamento, ênfase dada para o uso de câmeras corporais por policiais, medida recentemente implementada pelo Governo do Estado de São Paulo.

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A Longa Distância entre a Superação das Desigualdades do Sistema Tributário Brasileiro e as Propostas de Reforma em Discussão no Senado

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A política fiscal adotada pelo Estado é um importante fator na determinação dos níveis das desigualdades de renda nos países, de modo que define a distribuição de recursos na sociedade, podendo tirar mais de uma parcela da população e redistribuir de diversos modos. Para comprovar isso, o Boletim 06 do Observatório das Desigualdades¹ utiliza dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), comparando, em diferentes países, o índice de Gini – que mensura a desigualdade de renda – antes da intervenção do Estado, após o pagamento dos impostos e a transferência direta de renda e, por fim, o índice de desigualdade após a incorporação de serviços públicos gratuitos. Desse modo, de acordo com as decisões sobre os fatos econômicos que serão tributados em menor ou maior intensidade, a tributação pode ter efeito progressivo, gerando redistribuição de renda, ou regressivo, promovendo a concentração de renda. Em geral, a tributação direta, como o imposto de renda, é entendida como mais progressiva, enquanto a indireta, como os impostos sobre consumo, é mais regressiva. Isso acontece pois os mais pobres geralmente precisam gastar quase toda a renda com consumo, enquanto os mais ricos possuem a possibilidade de poupar mais, gastando um percentual menor de sua renda em consumo.

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Produto Interno Bruto (PIB) da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Patos de Minas

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A contribuição da RGInt de Patos de Minas para o PIB estadual evoluiu de 3,2% em 2010 para 3,5% em 2013 e 4,2% em 2016 e 2018. Essa expansão foi contínua e bem demarcada nas atividades do comércio e nos demais serviços privados[2], de 3,0% em 2010 para 3,3% em 2013, 3,7% em 2016 e 3,9% em 2018.

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Comércio Internacional da Região Geográfica Intermediária de Patos de Minas

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A proposta deste informativo é apresentar os dados de exportações para a Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Patos de Minas[1], incluindo os resultados de 2020. Nesse ano, a economia mundial foi fortemente afetada pela pandemia do Covid19. À exceção da China, os principais parceiros econômicos de Minas Gerais – países da União Europeia, os Estados Unidos e países asiáticos – registraram queda na taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a retração do PIB foi de 4,1%. Apesar da retração do PIB global, as exportações de commodities metálicas e agrícolas foram impulsionadas, em particular, pela demanda chinesa. Tendo como foco os resultados de 2020[2], este informe explora os seguintes dados: (i) valores exportados, (ii) participação no total das exportações do estado e (iii) estrutura da pauta, com destaque para os principais itens comercializados e principais países de destino.

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Setores Impulsionadores do Crescimento Econômico da Região Geográfica Intermediária de Patos de Minas

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A proposta deste informativo é trazer um panorama da atividade econômica da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Patos de Minas, identificar e caracterizar os principais setores com cadeias produtivas capazes de impulsionar o seu crescimento econômico. As informações apresentadas podem subsidiar a tomada de decisão de agentes de políticas públicas e de investidores privados para a RGInt.

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A situação da Região Geográfica Intermediária de Patos de Minas segundo o Índice Mineiro de Responsabilidade Social de 2018

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Patos de Minas é formada por 34 municípios, onde vivem 819,4 mil pessoas, que correspondem a 4,0% dos municípios de Minas Gerais e a 3,9% de sua população.

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Pobreza menstrual: as desigualdades e a busca pela dignidade

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A pobreza menstrual é um problema enfrentado em todo o mundo – variando de acordo com o local – por pessoas que menstruam, incluindo crianças e adolescentes, causado pela falta de recursos e de infraestrutura para manter os devidos cuidados durante o período menstrual, dificultando as atividades diárias, o desenvolvimento e a dignidade de tais indivíduos. De acordo com o relatório da UNICEF¹, tal problema agrava as desigualdades de direitos e de oportunidades para meninas, mulheres e homens trans, envolvendo questões de gênero, de classe e de raça, além de prejudicar trajetórias profissionais e educacionais. A UNICEF¹ aponta que as principais características da pobreza menstrual são a falta de acesso a produtos de higiene pessoal, a precariedade da infraestrutura (banheiros, saneamento básico, etc.), a falta de acesso a medicamentos e a serviços médicos, a falta de informação, os preconceitos e as questões econômicas, como a tributação. Ainda de acordo com este relatório, esse desafio é multissetorial e interdisciplinar, na medida em que demanda soluções ligadas aos setores da saúde, do saneamento básico, da educação e da equidade de gênero, além da efetivação dos direitos humanos e da autonomia para todas as pessoas que menstruam.

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A igualdade terá o rosto da mulher

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Coordenado pelos professores da Escola de Governo da Fundação João Pinheiro (EG/FJP), Rosânia Rodrigues de Souza, Beatrice Correa de Oliveira, Bruno Lazzarotti Diniz Costa e Ágnez de Lélis Saraiva A igualdade terá o rosto da mulher é o mais novo resultado do projeto de extensão “Observatório das Desigualdades”, parceria entre a EG/FJP e o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais. Tal obra, que reúne textos sobre Desigualdade de Gênero, não poderia ter um título melhor. Com uma leitura instigante e autoras e autores, por vezes, recorrendo a fontes como os Observatórios das Desigualdades da EG/FJP e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, além de dados de pesquisas realizadas pelo Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade (Egedi) da FJP, a obra mostra a importância na união de esforços para produção de resultados que de fato cheguem até a sociedade.

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Emprego e Renda — Novo CAGED

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Nesta edição, você confere a análise do mercado de trabalho com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) referentes a agosto de 2021. Informações mais detalhadas podem ser consultadas no Painel da Secretaria de Trabalho/Ministério da Economia e no Monitor do Mercado de Trabalho Mineiro.

Resumo dos resultados do mês

· Minas Gerais apresentou o segundo maior saldo de emprego em agosto e no acumulado dos oito primeiros meses de 2021. Do ponto de vista relativo, Minas Gerais ficou na 11ª posição no saldo de empregos em agosto entre as unidades da Federação e, no acumulado do ano, na oitava posição;
· Exceto a Agropecuária, todos os setores tiveram resultado positivo no mês;
· Pela primeira vez no ano, o saldo líquido de emprego das mulheres foi superior ao dos homens em Minas Gerais;
· No estado, aqueles com 65 anos ou mais de idade continuaram registrando saldo negativo de contratações pelo quinto mês consecutivo;
· As Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Divinópolis e de Belo Horizonte apresentaram os melhores resultados em termos relativos ao estoque de empregos, na geração de postos de trabalho formais em Minas Gerais.

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Produto Interno Bruto (PIB) da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia

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A contribuição da RGInt de Uberlândia para o PIB estadual evoluiu de 8,0% em 2010 para 7,8% em 2013, 8,7% em 2016 e 8,8% em 2018. Essa expansão foi contínua e bem demarcada nas atividades do comércio e demais serviços privados[2], de 7,7% em 2010 e 2013 para 8,3% em 2016 e 8,5% em 2018. No VAB gerado pela administração pública estadual, praticamente não houve alteração, de 5,5% em 2010 e 2013 para 5,6% em 2016 e 2018.

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Mulheres, negras e gestoras: porque sim!, porque é necessário!

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14 mulheres, 14 biografias repletas de complexidades. Este livro reúne histórias potentes que nos dão a oportunidade de apropriarmos melhor da nossa História: mineira, brasileira. E como bem sugere a deputada Andreia de Jesus, pode ser lido de duas formas: a partir de suas semelhanças ou a partir de suas especificidades. E são duas formas complementares, pois as entrevistadas entrelaçam vivências, sentimentos e memórias ao contexto familiar, social, cultural, político e histórico nos quais elasviveram e vivem.

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História da Malu

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Maria Luiza estava há quase uma hora parada em frente ao espelho. Uma dúvida havia tomado conta dela: ir ou não ir ao sítio. Não que essa fosse uma pergunta tão difícil de responder. Toda criança de 13 anos, como ela, iria querer ir ao sítio com a turma. E Maria Luiza, também, tinha a mesma opinião. Principalmente, quando a mãe dela a autoriza a ir passear sozinha com a turma. Isso acontecia tão raramente. Porém, naquele sábado, tudo estava diferente.

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Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil

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Desde 2014, o Brasil vem enfrentando uma severa crise econômica, cujas consequências aos brasileiros e brasileiras se estabeleceram das maneiras mais diversas. Apesar de tal afirmação poder ser corroborada pela observação empírica do cidadão médio, dados como os do Instituto Brasileiro de Demografia e Estatística (IBGE) são capazes de averiguar com mais precisão a intensidade e a profundidade do evento ao longo do tempo. Aponta-se, por exemplo, o decréscimo sofrido pelo PIB nos anos de 2015 e 2016, acompanhado por pequeno crescimento em 2017 (1,3%), em 2018 (1,8%) e em 2019 (1,4%). Já em 2020, houve uma retração de 4% neste índice.

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A Região Geográfica Intermediária de Uberlândia

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia é composta por 24 municípios [1] que, conjuntamente, ocupam a área territorial de 35.513,7 km², equivalente a a 6,05 % da área total de 586.783,23 km² do estado de Minas Gerais, conforme cálculos realizados pela Fundação João Pinheiro (FJP). Na figura 1, vê-se a ilustração do posicionamento territorial do conjunto dos referidos municípios em Minas Gerais. Nessa RGInt, há dois municípios com área superior a 4.000 km², Prata e Uberlândia, dois com área superior a 3.000 km², Campina Verde e Santa Vitória, três com área superior a 2.000 km², Araguari, Ituiutaba e Monte Alegre de Minas, e três com área superior a 1.000 km², Gurinhatã, Monte Carmelo e Tupaciguara. Os demais possuem área inferior a 1.000 km², mas não há municípios com área inferior a 100 km². A área média dos municípios da RGInt de Uberlândia é de 1.479,74 km². Para efeito de comparação, a área média municipal do conjunto dos 853 municípios de Minas Gerais equivale a 687,91 km². Sendo assim, a área média dos munícipios dessa RGInt corresponde ao dobro da área média dos municípios de Minas Gerais.

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Setores Impulsionadores do Crescimento Econômico da Região Geográfica Intermediária de Uberlândia

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A proposta deste informativo é trazer um panorama da atividade econômica da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia, identificar e caracterizar os principais setores com cadeias produtivas capazes de impulsionar o seu crescimento econômico. As informações apresentadas podem subsidiar a tomada de decisão de agentes de políticas públicas e de investidores privados para a RGInt.

Continuar lendoSetores Impulsionadores do Crescimento Econômico da Região Geográfica Intermediária de Uberlândia

Indicadores de saneamento básico para o Território de Saneamento Rio Grande

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Para efeito de elaboração do panorama do saneamento básico do Pesb-MG, foi proposta a divisão do estado em sete territórios do saneamento (TS). Do ponto de vista territorial, a regionalização é constituída de TS cujos limites foram norteados pelas bacias hidrográficas dos rios Grande, Paraíba do Sul, Paranaíba, Doce e São Francisco, essa última subdividida em duas – alto médio e médio baixo. Dessa maneira, além do intuito de contribuir com as discussões acerca do Pesb-MG e para reflexão sobre os serviços de saneamento no estado de Minas Gerais, as informações disponibilizadas neste informativo analisam o déficit dos serviços em relação às metas estabelecidas no Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e estão circunscritas ao território de saneamento do Rio Grande. Vale frisar que as informações e análises aqui dispostas estão em fase de construção pela equipe da Coordenação de Habitação e Saneamento, da Diretoria de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro.

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Comércio Internacional da Região Geográfica Intermediária de Uberlândia

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A proposta deste informativo é apresentar os dados de exportações para a Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia[1], incluindo os resultados de 2020. Nesse ano, a economia mundial foi fortemente afetada pela pandemia da covid-19. À exceção da China, os principais parceiros econômicos de Minas Gerais – países da União Europeia, Estados Unidos e países asiáticos – registraram queda na taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a retração do PIB foi de 4,1%. Apesar da retração do PIB global, as exportações de commodities metálicas e agrícolas foram impulsionadas, em particular, pela demanda chinesa. Tendo como foco os resultados de 2020[2], este informe explora os seguintes dados: (i) valores exportados, (ii) participação no total das exportações do estado e (iii) estrutura da pauta, com destaque para os principais itens comercializados e os principais países de destino.

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Produto Interno Bruto (PIB) da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberaba

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A contribuição da RGInt de Uberaba para o PIB estadual cresceu de 5,2% em 2010 para 5,3% em 2013 e 6,0%, tanto em 2016 quanto em 2018. Essa expansão foi contínua e bem demarcada nas atividades do setor de serviços. No caso do VAB estadual gerado pelo comércio e demais serviços privados [2], de 4,2% em 2010 para 4,6% em 2013, 4,9% em 2016 e 5,1% em 2018; no VAB gerado pela administração pública estadual, de 3,8% em 2010 para 3,9% em 2013 e 2016, e 4,0% em 2018.

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Os Impactos da Pandemia sobre os Povos Indígenas no Brasil: Negligência do Governo e Resistência Indígena

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Desde o início da invasão dos portugueses na América do Sul, a introdução de novas doenças no continente ameaça a sobrevivência dos povos nativos, promovendo um verdadeiro genocídio sobre a população local. Ao longo da história do Brasil, o problema das epidemias acompanhou os ataques às comunidades indígenas, promovendo a expulsão das terras, o apagamento da cultura e a diminuição da população nativa. Após mais de 500 anos, comunidades indígenas continuam enfrentando as doenças levadas por não-indígenas às aldeias¹.

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Setores Impulsionadores do Crescimento Econômico da Região Geográfica Intermediária de Uberaba

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A proposta deste informativo é trazer um panorama da atividade econômica da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberaba e identificar e caracterizar os principais setores com cadeias produtivas capazes de impulsionar o seu crescimento econômico. As informações apresentadas podem subsidiar a tomada de decisão de agentes de políticas públicas e de investidores privados para a RGInt.

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Índice Deficit do Saneamento Básico em Minas Gerais

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Esta nota técnica possui dois objetivos principais: o primeiro é esclarecer e aprofundar a discussão relativa a alguns aspectos conceituais e opções metodológicas na construção do Índice Déficit do Saneamento Básico de Minas Gerais (IDSB). Entre eles, o porquê da escolha de determinados componentes e não de outros e mesmo quanto a definição dos pesos aplicados. O segundo objetivo remete à análise de resultados dos índices obtidos, pelos quais foram aplicadas técnicas de cluster e Análise dos Componentes Principais (ACP) para a definição e padronização de categorias quanto aos déficits municipais e mesmo o estudo de sua distribuição espacial.

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PIB de Minas Gerais no segundo trimestre de 2021

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A Fundação João Pinheiro (FJP), por meio da Diretoria de Estatística e Informações (Direi), apresenta neste informativo os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais para o segundo trimestre de 2021 nas diferentes bases de comparação e desagregado no conjunto de atividades econômicas em que o Sistema de Contas Trimestrais possibilita a compreensão dos valores pela ótica da produção.

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PIB Trimestral de Minas Gerais — 2° Trimestre de 2021 (Relatório)

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O Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais apresentou variação positiva de 1,8% na comparação do segundo trimestre de 2021 contra o primeiro trimestre de 2021, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. Na comparação com igual período de 2020, houve crescimento do PIB de 15,0% no segundo trimestre do ano. No semestre e no acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2021, o PIB registrou acréscimo de 7,4% e 2,7%, respectivamente.

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A situação da Região Geográfica Intermediária de Uberlândia segundo o Índice Mineiro de Responsabilidade Social de 2018

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia é formada por 24 municípios, onde vivem 1.161,5 mil pessoas, que correspondem a 2,8% dos municípios de Minas Gerais e a 5,5% de sua população.

Continuar lendoA situação da Região Geográfica Intermediária de Uberlândia segundo o Índice Mineiro de Responsabilidade Social de 2018

A Região Geográfica Intermediária de Uberaba

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberaba é composta por 29 municípios [1] que, conjuntamente, ocupam a área territorial de 36.915,2 km², equivalente a 6,29 % da área total de 586.783,23 km² do estado de Minas Gerais, conforme cálculos realizados pela Fundação João Pinheiro (FJP). Na figura 1, vê-se a ilustração do posicionamento territorial do conjunto dos referidos municípios em Minas Gerais.

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Aumento do número de pessoas em situação de rua: um retrato da crise econômica e do enfraquecimento da proteção social no país

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A pandemia de Covid-19, em especial as medidas de isolamento social, necessárias para reduzir a disseminação do vírus, geraram a queda ou até mesmo a paralisação das atividades de setores não essenciais, impactando o mundo do trabalho. Para agravar, a pandemia chegou no Brasil quando já vivenciávamos uma longa recessão econômica, com altos índices de desemprego e informalidade. Neste momento de grande incerteza do mercado produtivo, ficou mais evidente o papel central do Estado para garantir proteção aos cidadãos diante de um evento de risco tão elevado.

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A situação da Região Geográfica Intermediária de Uberaba segundo o Índice Mineiro de Responsabilidade Social de 2018

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberaba é formada por 29 municípios, onde vivem 800,4 mil pessoas, que correspondem a 3,4% dos municípios de Minas Gerais e a 3,8% de sua população.

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Emprego e Renda — PNAD Contínua (2º trimestre 2021) e Novo CAGED (julho 2021)

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Síntese dos resultados · Estima-se que havia 1,352 milhão de desocupados em Minas Gerais no segundo trimestre de 2021, 130 mil desocupados a menos do que no trimestre anterior; · Minas Gerais foi uma das quatro Unidades Federativas em que houve recuo da taxa de desocupação; · A taxa de subutilização recuou tanto em relação ao trimestre anterior quanto ao mesmo trimestre de 2020; · Em relação ao mesmo trimestre de 2020, foram criados 452 mil postos de trabalho, especialmente nas ocupações não formalizadas: trabalho por conta própria, empregado no setor privado sem carteira assinada e emprego doméstico; · Os setores (i) Alojamento e alimentação, (ii) Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura e (iii) Indústria geral foram os que tiveram a maior variação relativa de geração de postos de trabalho entre o primeiro e segundo trimestres de 2021; Em termos relativos, os melhores resultados foram registrados nas RGInt de Uberaba e Barbacena. · Em julho de 2021, Minas Gerais registrou saldo positivo de 34.333 postos de trabalho e o estoque de emprego formal totalizou 4.367.567.

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Comércio Internacional — Fronteira Tecnológica

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Este informativo apresenta as transações comerciais internacionais de bens – exportações e importações – no estado de Minas Gerais, agrupadas segundo a classificação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Baseando-se no indicador de intensidade em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao valor adicionado industrial, a OCDE enumera cinco categorias de produtos de acordo com a gradação tecnológica: alta, média alta, média, média baixa e baixa[1]. Os dados utilizados são do Comex Stat (plataforma do Ministério da Economia) que, após convertidos para a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[2], são então classificados, conforme as categorias mencionadas de intensidade em tecnologia. Para o propósito deste informativo, são analisados os resultados dos primeiros semestres de 2017 a 2021.

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Democratização do Ensino Superior no Brasil: Qual o futuro que estamos construindo?

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Educação: Direito do povo e dever do Estado A educação, em todos os níveis, é um direito consolidado pela Constituição Federal de 1988. Além de um direito de toda a população brasileira, de uma importante ferramenta de formação político-social e de emancipação cidadã, a educação - especialmente a superior - também é muito relevante para a mobilidade social. Tanto como ferramenta de mobilidade, quanto como sinal de status e mecanismo de estratificação social.

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Mulheres na cadeia: crescimento populacional e questões de gênero

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Nos últimos 20 anos, o total de pessoas do sexo feminino privadas de liberdade saltou de cerca de 6.000 no ano 2000 para 37.165 em 2020 [1, 2]. Este quantitativo corresponde a 4,89% do total de pessoas presas no Brasil e deixa o país na 5ª colocação entre os que mais encarceram mulheres. Ainda que em números absolutos este total seja baixo em relação à contraparte masculina, os dados do SISDEPEN revelam que o aumento de mais de 600% da população carcerária feminina ultrapassou em ritmo a taxa masculina, que cresceu aproximadamente 500% (de 137.000 em 2000 para 722.353 em 2020). O cenário acompanha a tendência mundial: apesar das mulheres representarem uma parcela pequena, o encarceramento delas tem aumentado mais rapidamente [3].

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A Região Geográfica Intermediária de Divinópolis

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Divinópolis é composta por 61 municípios [1] que, conjuntamente, ocupam a área territorial de 35.994,82 km², equivalente a 6,13 % da área total de 586.783,23 km² do estado de Minas Gerais, conforme cálculos realizados pela Fundação João Pinheiro (FJP). Na figura 1, vê-se a ilustração do posicionamento territorial do conjunto dos referidos municípios em Minas Gerais.

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Comércio Internacional da Região Geográfica Intermediária de Divinópolis

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A proposta deste informativo é apresentar os dados de exportações para a Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Divinópolis [1], incluindo os resultados de 2020. Nesse ano, a economia mundial foi fortemente afetada pela pandemia da covid19. À exceção da China, os principais parceiros econômicos de Minas Gerais – países da União Europeia, os Estados Unidos e países asiáticos – registraram queda na taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a retração do PIB foi de 4,1%. Apesar da retração do PIB global, as exportações de commodities metálicas e agrícolas foram impulsionadas, em particular, pela demanda chinesa. Tendo como foco os resultados de 2020 [2], este informe explora os seguintes dados: (i) valores exportados, (ii) participação no total das exportações do estado e (iii) estrutura da pauta, com destaque para os principais itens comercializados e principais países de destino.

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Setores Impulsionadores do Crescimento Econômico da Região Geográfica Intermediária de Divinópolis

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A proposta deste informativo é trazer um panorama da atividade econômica da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Divinópolis, identificar e caracterizar os principais setores com cadeias produtivas capazes de impulsionar o seu crescimento econômico. As informações apresentadas podem subsidiar a tomada de decisão de agentes de políticas públicas e de investidores privados para a RGInt.

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Indicadores de saneamento básico para o Território de Saneamento Jequitinhonha

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Para efeito de elaboração do panorama do saneamento básico do Pesb-MG, foi proposta a divisão do estado em sete territórios do saneamento (TS). Do ponto de vista territorial, a regionalização proposta é constituída de TS cujos limites foram norteados pelas bacias hidrográficas dos seguintes rios: Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Paranaíba, Doce, Grande e São Francisco, esta última tendo sido subdividida em duas – alto/médio e médio/baixo. Dessa maneira, além do intuito de contribuir com as discussões acerca do Pesb-MG e para reflexão sobre os serviços de saneamento no estado de Minas Gerais, as informações disponibilizadas neste informativo analisam o deficit dos serviços em relação às metas estabelecidas no Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e estão circunscritas ao território de saneamento Jequitinhonha. Vale frisar que as informações e análises aqui dispostas estão em fase de construção pela equipe da Coordenação de Habitação e Saneamento, da Diretoria de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro.

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